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Desfralde leve e respeitoso: Meu relato real sobre essa etapa do meu Filho

desfralde

Eu sempre tive medo dessa fase de desfralde. Achava que seria um verdadeiro desastre — xixi por todo lado, cocô onde não deveria, aquela bagunça que a gente vê na internet o tempo todo. Mas comigo foi completamente diferente. O processo foi leve, respeitoso e, acima de tudo, aconteceu no tempo do meu filho.
Não escrevo este texto para romantizar o desfralde, longe disso, mas para mostrar que existe outro lado. Nem sempre o que acontece com outra mãe vai acontecer com você.

Quando tudo começou

Quando o Theo completou 3 anos, comecei a pensar no desfralde com mais intenção. Ele entraria na escola naquele ano, e eu gostaria que já estivesse sem fralda para essa nova etapa. Então, em janeiro de 2023, iniciamos as primeiras tentativas.

Theo sempre teve horários muito certinhos para fazer suas necessidades, então comecei a levá-lo ao banheiro quando o horário aproximava. Mas ele não queria fazer no vaso sanitário; chorava pedindo a fralda. Foi um momento difícil, e por um breve período, desisti.

O apoio da escola fez toda a diferença

Quando as aulas começaram, conversei com a professora e expliquei que estávamos tentando o desfralde. Ela, com muita gentileza, disse que me ajudaria nessa missão. Pediu que eu sempre enviasse uma muda de roupa e que o deixasse ir sem fralda para a escola.

Mesmo com medo, segui a orientação. E foi ali que tudo começou a acontecer de verdade.

Em apenas duas semanas, Theo já fazia xixi e cocô na privadinha. Ele teve apenas dois escapes na escola — algo totalmente esperado no processo. A segurança e o incentivo da professora foram fundamentais.

Depois do diurno, o noturno

Assim que o desfralde diurno engrenou, observamos que Theo acordava quase sempre com a fralda seca. Isso nos deu confiança para iniciar o desfralde noturno.

Começamos a deixá-lo de cueca, e seguimos algumas medidas que ajudaram bastante:

  • levá-lo ao banheiro antes de dormir,
  • evitar excesso de líquidos no período da noite,
  • e manter uma rotina tranquila antes de deitar.

E, mais uma vez, ocorreu de forma leve e respeitosa.

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Encerrando esse capítulo com gratidão

Esse foi o nosso relato. Um processo que eu temia tanto, mas que se mostrou mais natural do que eu imaginava. E se eu posso deixar uma mensagem final, seria esta:

Mãe, cada criança tem seu ritmo. Não se compare. Não se cobre além da conta. O desfralde não precisa ser um campo de batalha — pode ser uma etapa de conexão, paciência e respeito. Confie no seu filho, confie em você e, quando ele estiver pronto, as coisas simplesmente acontecem.

Autor

  • Esposa, mãe e apaixonada por compartilhar experiências reais da maternidade. Escreve para apoiar outras mulheres com conteúdos leves, úteis e cheios de vida, sempre trazendo sinceridade, acolhimento e aprendizados da sua própria jornada como mãe.

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